segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Homeland é 24.

Poster de Homeland. Série catita.
Nos EUA dá aos domingos,
a seguir a Dexter na Showtime.
No meu computador dá às segundas.
Antes que me chamem herege (isso podem-me chamar à vontade, até considero um elogio) e outros nomes, deixem-me explicar algumas coisas: Eu adoro 24, é das minhas séries preferidas, e foi talvez a primeira série que comecei a seguir quase religiosamente.

E é por isso que digo isto e volto a dizê-lo. Homeland é 24. Tem as mesmas reviravoltas, os mesmos temas (América pós-11 de Setembro, terrorismo, uma abordagem algo crítica às políticas anti-terroristas norte-americanas, ameaça iminente à segurança dos EUA), o mesmo produtor executivo (Howard Gordon), ... Até a banda sonora é do mesmo gajo! (Sean Callery) Tal como Jack Bauer a partir da 2ª temporada de 24, ambos os personagens principiais, Carrie (Claire Danes) e Nick (Damien Lewis), sofrem de problemas psicológicos pessoais ou relacionados com os conflitos armados mais recentes (em 24, Guerra dos Balcãs; em Homeland, Guerra no Afeganistão e no Iraque), bem como mazelas provocadas por tortura (Jack Bauer foi levado para a China no final da 5ª temporada, e as feridas são mostradas logo na estreia da 6ª temporada).

Há algumas diferenças, claro. O ritmo é menos frenético (vão-se passando dias e semanas, há flashbacks), e... Há casas-de-banho a serem utilizadas pelos protagonistas.

Há finais de episódios em que se sente a falta do relógio a tocar.

Nem vou falar da qualidade. Eram épocas diferentes, e a qualidade de 24, quando estreou, era muito maior. Primeira temporada. Era tudo mais cuidado.

Homeland é a "sequela" natural de 24. Quando quiserem acabar com a série, metam lá o Jack Bauer. Tenho saudades de um bom "DAMN IT!!!".

Traduzindo: Se gostavam/gostaram/gostam de 24, vejam Homeland.

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