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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Uma crítica à Joel Neto. Não "ao", "à". Como em "maneira de ser".

Sabem que mais? Estive 20 minutos à volta disto e não dá. Não dá. Aquela crítica a Game of Thrones está tão genialmente mal escrita que se nota logo que não foi pensada.

Passo a referir aquilo que eu ia escrever:
O que inquieta em "The Client List", é que Jennifer Love Hewitt, como "massagista que promove finais felizes", ainda tem coisas para aprender (várias coisas, aliás). E, já agora, apelar ao lado infantil do espectador.*
Porque é que não escrevi isto? Porque há uma ligação óbvia: "The Client List" é uma série do canal Lifetime, que é propriedade da NBCUniversal (15%), da A&E Television Networks (42.5%) e...

Da Disney (42.5%). Ou seja, sendo da Disney, iria obviamente apelar ao lado infantil do telespectador. Nem que fosse pelas mamas.
Quem é que passa a vida a ver mamas? Os bebés.
Vítor Rodrigues, Hot & Not [29/04/2012]

É assim que se nota aquilo que foi minimamente pensado e aquilo que foi despejado para uma página de um dos jornais mais reputados do país (se bem que já foi mais reputado que agora).

Querem uma crónica minimamente pensada? Esta. Reparem no primeiro parágrafo, como é bem pensado.

À minha frente, no monitor do meu computador, está um texto com uns 8000, 8200 caracteres. Pelo modo como o primeiro parágrafo está escrito, o sexto parágrafo redigido e toda a crónica finalizada, percebo logo que é parvo.

Isto sim. José António Saraiva, por muito homófobo que seja, pensa nas palavras que usa. Pouco, mas pensa.

Fico ansiosamente à espera por uma nova laracha de Joel Neto. Não sei quando, não sei onde. Mas vai acontecer.

Já agora, vão ao TVDependente. O Pedro Andrade também escreveu sobre isto, o Vítor Rodrigues fez aquilo que JAS fez (a parte do pensar, não a parte de achar que um gajo com um torcicolo é gay) e nós falamos sobre o assunto no nosso mais recente podcast. Que até podem ouvir aqui.


*NOTA: Não vejo The Client List. Tal como Joel Neto (muito provavelmente) não vê Game of Thrones.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Coisas que têm aparecido por aí e um pedido.

(Em 3D dava um efeito do caraças. Aquela espada tem o tamanho do Peter Dinklage.
FOTO: Cátia Barbosa / Syfy Portugal
  • Falei com George R.R. Martin, o criador da saga de livros que deu origem a uma série da HBO bastante boa: Game of Thrones. A entrevista está aqui.
  • Fiz mais uma edição do podcast TVDependente, que podem ouvir aqui:

  • Também nos podem subscrever no iTunes a partir deste link.
O único pedido que tenho a fazer é... Comentem. O melhor feedback que alguém que escreve textos pode ter é o feedback dos leitores. E isso só se faz com comentários. Por isso... Digam qualquer coisinha.* Vá.

*Se for para insultos, mais vale estarem calados. Se bem que, havendo moderação, são rapidamente filtrados. Não gastem o vosso tempo. ;)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Palpites para os Óscares...

... é coisa que não vou dizer. Até porque, dos nove nomeados para melhor filme, só vi 3. Talvez veja um quarto (e um dos mais fortes candidatos) hoje.

No filme animado estou a torcer por Rango. Daqueles cinco só vi esse, sim, mas a falta de reconhecimento do filme a nível de prémios tem-me chocado. Além disso, começa a ser altura de criarem uma categoria própria para filmes baseados principalmente em captura de movimentos. (Tintin, Beowulf, etc.)

E claro, estou a torcer pelos Marretas. Digam lá que não era fixe ter um dos tipos dos Flight of the Conchords a ganhar um Óscar?

Mas vou-me focar no lado televisivo da coisa: Vai ser um ganda espectáculo. Billy Crystal apresenta, Brian Grazer produz... E cá para mim, Sacha Baron Cohen ainda vai fazer uma perninha como O Ditador. Até porque quem o autorizou a ir para lá assim foi o próprio Brian Grazer.

Vou estar nos sítios habituais. E ainda procuro uma Oscar party em Lisboa! Sugestões aceitam-se! :)


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Carta aberta a Joel Neto

Olá, Joel. Posso-o tratar por Joel? É que Sr. Neto... Vou tratá-lo por Joel. Sinto-me mais à vontade.

O Joel é crítico de TV num dos mais antigos e prestigiados órgãos de imprensa em Portugal, o Diário de Notícias. São 147 anos de história contada todos os dias. E as crónicas fazem parte dos jornais desde que me lembro.

O Joel é um céptico. Disso não tenho dúvidas. Quando leio as suas crónicas, sinto um mal estar profundo com as coisas que escreve que me faz tirar esta conclusão.

Eu adoro corrigir as pessoas. Especialmente quando eu sei que tenho razão e elas não. Os únicos casos em que eu odeio fazer isto é quando tenho de corrigir críticos de TV e de cinema, especialmente por aquilo que dizem. Mas já lá vamos.

Peguei em 2 das suas crónicas para o corrigir em bastante do que diz. Não porque tenha prazer em fazê-lo, mas porque não gosto de ver erros destes numa publicação com 147 anos de vida. Só isso.

Refiro desde já que não vou corrigir a sua opinião, cada um tem a sua, apenas erros que encontrei quando estava a ler as suas crónicas. E sim, são erros factuais, complementados com links

23 de Dezembro de 2011: Tempo Perdido

Nesta crónica, o Joel analisa Luther, uma das séries preferidas da minha mãe. Mãe essa que, vendo CSIs e NCIS e outras séries do género, até acha Luther bastante original.

Tenho-lhe a dizer que, ao contrário da minha mãe, eu não vejo Luther, por isso não tenho uma opinião formada quanto à série. No entanto, o Joel refere audiências. E aí há factos que não podem ser negados. São números, há empresas que ganham a vida a analisar (e até mesmo a aldrabar) essas estatísticas.
Resultado: as audiências começaram bem, mas rapidamente caíram a pique, chegando mesmo a fazer crer que a série acabaria por ali. Os produtores conseguiram, ainda assim, financiamento para uma segunda temporada, investindo tudo na personagem principal.
OK, nada de errado aqui. Sim, as audiências caíram a pique, especialmente do 2º para o 3º episódio, atingindo mesmo um mínimo de 3.61 milhões de espectadores no 5º episódio, depois de uma estreia com 6.35 milhões. Estava-me a referir à outra parte do texto em que fala de audiências.
As audiências, essas, continuam mal. E o melhor é os (eventuais) fãs da coisa a aproveitarem já, porque não dura de certeza.
Ai o erro. Lamento desiludi-lo, mas a segunda temporada da "coisa" (your words, not mine) teve valores superiores a 6 milhões de telespectadores em todos os episódios. Auch. E diz que, devido às más audiências, a série não vai durar. Pois bem, em Agosto de 2011, uns meses antes do seu texto, a BBC confirmava a encomenda de uma terceira temporada.

Tal como disse, há empresas que dão emprego graças aos dados audiométricos. E se for aqui, poderá encontrar os Tops semanais de programas no Reino Unido. You're welcome. Por cá estamos mal habituados, eu sei. É pena.

15 de Fevereiro de 2012: Expectativas e Lembretes

E foi este o texto que me fez escrever isto. O texto que faz com que eu fique, de alguma forma, zangado com o Joel. Porque o Joel escreveu sem se informar.

Foco-me na primeira parte da crónica, aquela em que fala sobre Smash, uma das novas séries da temporada. Foi, sem dúvida, uma das mais promovidas, incluindo em Portugal.
Por um lado, é a tentativa de reprodução em Portugal daquele que, nos EUA, foi o lançamento mais bem-sucedido dos últimos anos.
Tenho de o parar aí. Sim, foi o lançamento mais bem sucedido dos últimos anos... Naquele canal específico, a NBC, que está desesperadamente à procura de um êxito. Aliás, quando a sua crónica foi escrita (presumo que tenha sido no dia 14), já Smash tinha perdido quase 3.5 milhões de espectadores, face aos 11.5 milhões que viram o primeiro episódio. Neste momento, com três episódios, já perdeu mais de 5 milhões em relação à estreia.
Não sei se é boa ou má, Smash. Tampouco me entusiasma o facto de ser produzida por Spielberg, que também estava por detrás desse fracasso chamado Falling Skies.
Não sabe? Veja. A malta da Time Out vê séries "antes de nós". Acho que ninguém se queixou até agora.

E desde quando é que Falling Skies é fracasso? Ou estará a confundir com Terra Nova? Vamos lá esclarecer:

  • Falling Skies teve a estreia mais vista do cabo em 2011 e empatou com American Horror Story (série de Ryan Murphy que, para si, e segundo esta linha de pensamento demonstrada na sua crónica, se chama Nip/Tuck) para o título de série mais vista do cabo no ano transacto. A série foi altamente promovida em vários países, incluindo Portugal, onde algumas paragens de autocarro de Lisboa tinham "naves alienígena" estacionadas na cobertura. Isto é Falling Skies.
  • Terra Nova... Foi um dos fiascos do ano, sem dúvida. Eram esperados melhores efeitos visuais, especialmente depois dos três meses extra dados. Era para ter estreado em Maio com uma exibição especial do episódio piloto, sabia? Pois. Só que foi tudo adiado para Setembro, para dar mais tempo à pós-produção para melhorar os efeitos. Que saíram fracotes, diga-se. E as audiências foram bastante instáveis. Eu apenas vi o piloto e creio que ainda vi o 3º episódio, mas críticas de um blog de confiança dizem-me que aquilo começava a ir pelo caminho de série de sábado de manhã: Histórias demasiado básicas.
Errar numa coisa destas é grave, meu caro. Mas como eu o entendo em relação a Smash. "Estou farto". Sim, Glee deu cabo disto tudo. Mas veja Smash como outra coisa! Entusiasme-se, homem! A vida não são só torneios de golfe para comentar! (a sério, comentar torneios de golfe? Se bem que pior seria comentar partidas de xadrez.)

Uma dica: Tente falar com a malta da Time Out para eles lhe ensinarem como é que pode ver as séries antes de estrearem cá. Assim formava uma opinião concreta sobre o produto e escusava de dizer "Meh, que chatice, lá vou ter eu de ver isto". É mais bonito ver antes e dizer mal (ou bem, como queira) do que não ver e já pensar mal do produto. Sim, é melhor ter expectativas baixas, mas tê-las permitindo que possam subir quando possível.

Eu leio e escrevo sobre TV norte-americana há algum tempo, e há coisas que me irritam, especialmente a falta de cuidado em relação a várias coisas (títulos, nomes de actores, audiências, etc...) que existe em Portugal. Temos a SIC a promover o remake de Os Anjos de Charlie como sendo um êxito de audiências e uma série fabulosa quando a crítica da especialidade não gostou (foi considerada das piores estreias do ano) e a própria audiência também não gostou (cancelada após 4 episódios). Se temos de ver estas coisas? Sim. Se é uma chatice? Às vezes é. 

Se nos divertimos a gozar com o que vimos? Pode crer que sim.

E já agora, em relação à sua crónica de hoje: O Vítor Moura e o José Vieira Mendes até não fazem um mau trabalho, tendo em conta que é a TVI que transmite os Óscares. Aqui há uns anos tínhamos uma senhora que era uma fabulosa comentadora de vestidos no AXN. A malta não gostou. Ela foi-se embora. E ainda bem. O VM e o JVM não comentam vestidos, eles percebem minimamente de cinema, sabem quando devem estar calados (embora falhem algumas vezes) e quando devem falar.

E é das poucas noites em que consigo gostar de ver a TVI.

Um abraço, Joel. E se ainda se queixa desses quilos a mais (embora pela foto, pareça mais magro), um conselho: Sorrir exercita mais músculos na cara do que nenhuma expressão.

Tem de começar por algum lado, certo?

(Este texto foi enviado para o email de Joel Neto, cronista do grupo Controlinveste.)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Duas coisas importantes.

1ª:

Voltei a escrever para um blog de TV, ainda que seja "só desta vez". O texto está no TV Dependente e, por agora, não o vou publicar aqui. Leiam-no, especialmente se gostarem (ou se gostavam) de How I Met Your Mother.

2ª:

Actualmente uso um Nokia 3310. Tem um tempo de reacção mais rápido que muitos Androids que andam por aí. Mas tem memória curta. Por isso decidi contrariar todos os meus princípios e prostituir-me para o voto no Facebook. Um mínimo de 15 votos dão fase de pré-selecção. A partir daí... Seja o que o júri do passatempo da Fnac e a figura pública quiserem. Votem aqui. (Se quiserem dar o Like também podem dar, mas não conta para nada.)

E eu sei das definições de privacidade da aplicação. Até agora nunca me chatearam. Se chatearem, bloqueio. Simple as that.

O que é giro é que tenho a ajuda de uma colega de casa que está farta de ouvir o tijolo.

UPDATE: Os 15 já estão. Obrigado. :)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Coisas que o final de Homeland me ensinou.

Claire Danes vai ganhar tudo o que é prémio graças a esta carantonha.

Não esperem um 10, ou vão ter um 8.5. E depois daquele final, não vão ter vontade de dar 8.5, mesmo que o episódio todo seja um episódio para 8.5.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Bom Natal.


A não ser que prefiram uma versão de estúdio com malta decente nos instrumentos, tipo Julian Casablancas.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Troquem "voicemail" por "Facebook".


É a mesma coisa.

Depois de ver uma série com o Matthew Perry a prever a morte do Khadafi (ou lá como quiserem escrever) em 2011 e isto, começo a acreditar nos Maias.

(via TNW)

Os meus pensamentos sobre os Globos de Ouro.

Saíram hoje as nomeações dos Globos de Ouro. Os verdadeiros, não a imitação que cá querem tentar impor.

O problema com os Globos de Ouro é que os portugueses têm quase tanta credibilidade quanto os americanos.

Dar importância a prémios que separam tudo numas categorias e juntam tudo noutras é como dizer que nunca se ganha o EuroMilhões e não se jogar: Não faz sentido. Não deixa de ser uma honra, é certo, mas caramba. Ou se junta tudo, ou se separam as águas. Por exemplo: Nas categorias de actores secundários temos mistura de géneros. Em TV é ainda pior: Comédia, Drama, Mini-Série e Telefilme. É óbvio que não vão poder nomear toda a gente, muito menos toda a gente que podia ser nomeada.

A única coisa que me faz ver os Globos de Ouro todos os anos? Estrelas de Hollywood (e de centros de produção no Canadá e em Nova Iorque, não nos esqueçamos) a beber (muito) álcool. Tudo ali ao molho.

Isso e o Ricky Gervais.



UPDATE: Ao que parece, também há malta por lá que não leva isto a sério.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

É melhor cumprirem com a minha lista de exigências natalícias..



Não querem que isto aconteça, pois não?

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Homeland é 24.

Poster de Homeland. Série catita.
Nos EUA dá aos domingos,
a seguir a Dexter na Showtime.
No meu computador dá às segundas.
Antes que me chamem herege (isso podem-me chamar à vontade, até considero um elogio) e outros nomes, deixem-me explicar algumas coisas: Eu adoro 24, é das minhas séries preferidas, e foi talvez a primeira série que comecei a seguir quase religiosamente.

E é por isso que digo isto e volto a dizê-lo. Homeland é 24. Tem as mesmas reviravoltas, os mesmos temas (América pós-11 de Setembro, terrorismo, uma abordagem algo crítica às políticas anti-terroristas norte-americanas, ameaça iminente à segurança dos EUA), o mesmo produtor executivo (Howard Gordon), ... Até a banda sonora é do mesmo gajo! (Sean Callery) Tal como Jack Bauer a partir da 2ª temporada de 24, ambos os personagens principiais, Carrie (Claire Danes) e Nick (Damien Lewis), sofrem de problemas psicológicos pessoais ou relacionados com os conflitos armados mais recentes (em 24, Guerra dos Balcãs; em Homeland, Guerra no Afeganistão e no Iraque), bem como mazelas provocadas por tortura (Jack Bauer foi levado para a China no final da 5ª temporada, e as feridas são mostradas logo na estreia da 6ª temporada).

Há algumas diferenças, claro. O ritmo é menos frenético (vão-se passando dias e semanas, há flashbacks), e... Há casas-de-banho a serem utilizadas pelos protagonistas.

Há finais de episódios em que se sente a falta do relógio a tocar.

Nem vou falar da qualidade. Eram épocas diferentes, e a qualidade de 24, quando estreou, era muito maior. Primeira temporada. Era tudo mais cuidado.

Homeland é a "sequela" natural de 24. Quando quiserem acabar com a série, metam lá o Jack Bauer. Tenho saudades de um bom "DAMN IT!!!".

Traduzindo: Se gostavam/gostaram/gostam de 24, vejam Homeland.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Séries, séries, séries...

Sim, sou um viciado em séries. Aliás, já não escrevo sobre séries há algum tempo. Por isso, cá vai um resumo rápido das novidades que estou a ver.

NOTA: Este post parte do princípio que vocês compreendem os conceitos aqui descritos, como Parents Television Council (PTC) e outras coisas do género.

  • Terra Nova: Produzida por Steven Spielberg e alguma malta de 24, explica o que aconteceria se, em 2149, fosse descoberto um portal para um universo paralelo. 85 milhões de anos antes. Ou seja, répteis de 20 metros de altura, por exemplo. Estou a ver. Até agora tem sido giro.
  • The Playboy Club: Eu até estava a gostar da série, mas más audiências, más críticas e pedidos aos anunciantes por parte do PTC para não investirem na publicidade naquele horário devido ao conteúdo reprovável do programa - para estes senhores, pornografia é uma coelhinha da Playboy vestida como... Uma coelhinha da Playboy. E não, isto não quer dizer despida - fizeram com que a série fosse cancelada após 3 episódios. Ah, Amber Heard...
  • Free Agents: Que arda no inferno. Simplesmente não tinha piada. E eu sou fã de Hank Azaria (The Simpsons) e de Al Madrigal (The Daily Show)! Mas não tinha piada.
  • New Girl: Gosto da série. Gosto do elenco. Mas a Zooey Deschanel... Há ali qualquer coisa que me desagrada. Talvez o mesmo que me desagradou em (500) Days Of Summer. A PERSONALIDADE DA PERSONAGEM. É irritante. 
  • Pan Am: Ainda só vi dois episódios, mas gostei de ambos até agora. O problema é que a série tem estado a perder audiência rapidamente. Já estou a preparar o elogio fúnebre.
  • Whitney: Vi o piloto. Não gostei. Moving on.
  • 2 Broke Girls: Das que vi, não é a que considere ser a melhor, mas é neste momento a que tem mais hipóteses de ficar por algum tempo. A nível de audiências, claro. A qualidade da série é duvidosa, mas mesmo assim é melhor do que várias comédias que estrearam recentemente.
  • Last Man Standing: O Tim Allen é o maior. Ele tem piada. Já a série... O segundo episódio foi melhor que o primeiro. Por agora, fica. Vamos ver.
  • Ringer: Lembram-se do plot da novela Olhos de Água (gémea rica, gémea pobre)? Não tem nada a ver. (Uma das gémeas é rica, sim, e a outra é pobre, mas também é ex-toxicodependente. E há uma pseudo-reviravolta logo no 1º episódio.) Reacção ao primeiro episódio: Meh. Reacção ao segundo episódio: Zzz. Mas vou dar uma segunda oportunidade. Razões? 1ª: Estava muito cansado quando vi o segundo episódio. 2ª: Consta que tem havido coisinhas fixes por lá.
  • Up All Night: A série que mais me satisfez até agora nesta temporada. Apesar da inconsistência grave da personagem de Maya Rudolph, Will Arnett e Christina Applegate têm uma química fantástica no ecrã. Se a série melhorar, ainda vemos Arnett e Applegate nomeados aos Emmy.
E é isto. Ainda não vi algumas séries às quais tenho lido vários elogios (Homeland, American Horror Story, Person of Interest). E algumas destas (e das outras) que vejo estão aqui a acumular episódios à espera de tempo.
E sim, já me deixei de escrever sobre séries há algum tempo. Havia aqui coisas que seria necessário dizer.