Já me disseram isto.
E é com grande pena que vejo que as pessoas se enganam.
Ou então não querem ver o que lhes está à frente.
Ou então contam as pessoas como se fossem cabeças de gado. Se ganham dinheiro com essas pessoas, é o que fazem. Não devia acontecer, mas acontece.
Porque não há um nome melhor para isto. E porque realmente podem ser cenas de uma série ou de um filme.
quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Then and now.
Na Antiguidade:
- Os troianos foram burros. Deixaram entrar lá dentro um cavalo espião;
- Os gregos eram inteligentes;
- Os romanos partiram aquela merda toda e mandaram no mundo durante bastantes séculos.
Na Actualidade:
- Os portugueses são os actuais troianos. Já devíamos saber que, ao dar o nome "Tróia" a um local neste país, as coisas não iam correr bem;
- Os gregos, apesar de partirem para a violência, continuam a ser inteligentes. Pelo menos os que não querem virar o rabinho para...
- Os alemães. Que estão a partir esta merda toda e que já mandam no mundo. Ou pelo menos na União Europeia. O que já é demasiado.
domingo, 4 de março de 2012
Para que é que servem as janelas de navegação privada nos browsers?
Categorias:
Coisas sem qualquer importância para a sociedade
Pontas bancárias e porno.
Uns fodem-nos o ordenado, os empréstimos e, sobretudo, a paciência. Entre muitas outras coisas.
Os outros apenas fodem.
Uns fodem-nos o ordenado, os empréstimos e, sobretudo, a paciência. Entre muitas outras coisas.
Os outros apenas fodem.
sábado, 3 de março de 2012
Drinking game do Preço Certo.
Categorias:
Drinking Games
Beber um shot sempre que Fernando Mendes (apenas e só Fernando Mendes) diz a palavra "Espectáculo".
(Inicio aqui uma nova categoria deste blog: Ideias para drinking games. As regras são ideias que eu tiver no momento. Se tiverem sugestões de regras a adicionar, sempre ligadas ao conceito principal do drinking game, digam nos comentários.)
quinta-feira, 1 de março de 2012
Sobre as "novas" mudanças do Facebook.
Categorias:
Facebook
Não entendo algum do alarido à volta da Timeline. As mudanças já foram anunciadas em Setembro, a Timeline já estava disponível desde Dezembro. E já se sabia que, mais tarde ou mais cedo, todos os perfis iam passar a ter este visual. Querem uma dica para navegar na Timeline? Dou-vos duas:
- Sigam a linha;
- Quanto mais aplicações de actividade tiverem disponíveis (notícias, jogos, música, etc.), mais conteúdo fica à esquerda. Depois, ver primeira dica.
O que é que a Timeline traz? Coisas fixes. Podem partilhar automaticamente o que lêem. As séries que vêem. A música que ouvem. Até podem ver que música um amigo vosso está a ouvir e falar com ele sobre a própria música. E trás a Cover Photo. Ali estou eu numa pequena brincadeira que fiz com a fotógrafa. Relaxem, não era nada disso.
OK, para as páginas foi bastante repentino, sim, e deviam ter dado algum tempo de aviso. Aí até há alguma (muita) razão. E pelo menos uma página deve ter tido cunha.
Não querem que as pessoas vejam o que publicaram há uns tempos? Há definições de privacidade para isso.
A Timeline chegou para ficar. Deal with it. Ou, se querem algo simples, vão para o Twitter. Eu dou-vos as boas vindas de muito bom grado.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
E como os Óscares não são tudo...
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Cinema
| Sandra Bullock a receber o Razzie de Pior Actriz em 2010. No dia seguinte ganhava o Óscar. |
Este ano, prevejo um massacre.
- Pior Filme - Jack & Jill;
- Pior Actor - Adam Sandler (Jack & Jill);
- Pior Actriz - Adam Sandler (Jack & Jill);
- Pior Actor Secundário - Al Pacino (Jack & Jill);
- Pior Actriz Secundária - David Spade (Jack & Jill), mas a Katie Holmes (também por Jack & Jill) deve ter boas hipóteses;
- Pior Elenco - Todo o elenco de Jack & Jill;
- Pior Realizador - Até apostava no Garry Marshall (New Year's Eve), mas a sorte dele é que estão a preparar um massacre. Por isso, Dennis Dugan (apenas e só por Jack & Jill);
- Pior Prequela, Remake, Rip-off ou Sequela: Só porque há conspiração, Jack & Jill;
- Pior Casal: Adam Sandler e Katie Holmes ou Al Pacino ou Adam Sandler (Jack & Jill);
- Pior Argumento: Jack & Jill.
É pena que Twilight ou Transformers possam não levar nada para casa, mas... Caramba, o Adam Sandler tem de melhorar um bocadinho.
A cerimónia (não, a sério, é uma cerimónia) de entrega dos Razzies decorre no dia 1 de Abril. Mudaram a data das coisas este ano.
E eu um dia serei um dos membros da Academia. Desta Academia.
Palpites para os Óscares...
... é coisa que não vou dizer. Até porque, dos nove nomeados para melhor filme, só vi 3. Talvez veja um quarto (e um dos mais fortes candidatos) hoje.
No filme animado estou a torcer por Rango. Daqueles cinco só vi esse, sim, mas a falta de reconhecimento do filme a nível de prémios tem-me chocado. Além disso, começa a ser altura de criarem uma categoria própria para filmes baseados principalmente em captura de movimentos. (Tintin, Beowulf, etc.)
E claro, estou a torcer pelos Marretas. Digam lá que não era fixe ter um dos tipos dos Flight of the Conchords a ganhar um Óscar?
Mas vou-me focar no lado televisivo da coisa: Vai ser um ganda espectáculo. Billy Crystal apresenta, Brian Grazer produz... E cá para mim, Sacha Baron Cohen ainda vai fazer uma perninha como O Ditador. Até porque quem o autorizou a ir para lá assim foi o próprio Brian Grazer.
Vou estar nos sítios habituais. E ainda procuro uma Oscar party em Lisboa! Sugestões aceitam-se! :)
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Carta aberta a Joel Neto
Olá, Joel. Posso-o tratar por Joel? É que Sr. Neto... Vou tratá-lo por Joel. Sinto-me mais à vontade.
O Joel é crítico de TV num dos mais antigos e prestigiados órgãos de imprensa em Portugal, o Diário de Notícias. São 147 anos de história contada todos os dias. E as crónicas fazem parte dos jornais desde que me lembro.
O Joel é um céptico. Disso não tenho dúvidas. Quando leio as suas crónicas, sinto um mal estar profundo com as coisas que escreve que me faz tirar esta conclusão.
Eu adoro corrigir as pessoas. Especialmente quando eu sei que tenho razão e elas não. Os únicos casos em que eu odeio fazer isto é quando tenho de corrigir críticos de TV e de cinema, especialmente por aquilo que dizem. Mas já lá vamos.
Peguei em 2 das suas crónicas para o corrigir em bastante do que diz. Não porque tenha prazer em fazê-lo, mas porque não gosto de ver erros destes numa publicação com 147 anos de vida. Só isso.
Refiro desde já que não vou corrigir a sua opinião, cada um tem a sua, apenas erros que encontrei quando estava a ler as suas crónicas. E sim, são erros factuais, complementados com links
23 de Dezembro de 2011: Tempo Perdido
Nesta crónica, o Joel analisa Luther, uma das séries preferidas da minha mãe. Mãe essa que, vendo CSIs e NCIS e outras séries do género, até acha Luther bastante original.
Tenho-lhe a dizer que, ao contrário da minha mãe, eu não vejo Luther, por isso não tenho uma opinião formada quanto à série. No entanto, o Joel refere audiências. E aí há factos que não podem ser negados. São números, há empresas que ganham a vida a analisar (e até mesmo a aldrabar) essas estatísticas.
Tal como disse, há empresas que dão emprego graças aos dados audiométricos. E se for aqui, poderá encontrar os Tops semanais de programas no Reino Unido. You're welcome. Por cá estamos mal habituados, eu sei. É pena.
15 de Fevereiro de 2012: Expectativas e Lembretes
E foi este o texto que me fez escrever isto. O texto que faz com que eu fique, de alguma forma, zangado com o Joel. Porque o Joel escreveu sem se informar.
Foco-me na primeira parte da crónica, aquela em que fala sobre Smash, uma das novas séries da temporada. Foi, sem dúvida, uma das mais promovidas, incluindo em Portugal.
E desde quando é que Falling Skies é fracasso? Ou estará a confundir com Terra Nova? Vamos lá esclarecer:
O Joel é crítico de TV num dos mais antigos e prestigiados órgãos de imprensa em Portugal, o Diário de Notícias. São 147 anos de história contada todos os dias. E as crónicas fazem parte dos jornais desde que me lembro.
O Joel é um céptico. Disso não tenho dúvidas. Quando leio as suas crónicas, sinto um mal estar profundo com as coisas que escreve que me faz tirar esta conclusão.
Eu adoro corrigir as pessoas. Especialmente quando eu sei que tenho razão e elas não. Os únicos casos em que eu odeio fazer isto é quando tenho de corrigir críticos de TV e de cinema, especialmente por aquilo que dizem. Mas já lá vamos.
Peguei em 2 das suas crónicas para o corrigir em bastante do que diz. Não porque tenha prazer em fazê-lo, mas porque não gosto de ver erros destes numa publicação com 147 anos de vida. Só isso.
Refiro desde já que não vou corrigir a sua opinião, cada um tem a sua, apenas erros que encontrei quando estava a ler as suas crónicas. E sim, são erros factuais, complementados com links
23 de Dezembro de 2011: Tempo Perdido
Nesta crónica, o Joel analisa Luther, uma das séries preferidas da minha mãe. Mãe essa que, vendo CSIs e NCIS e outras séries do género, até acha Luther bastante original.
Tenho-lhe a dizer que, ao contrário da minha mãe, eu não vejo Luther, por isso não tenho uma opinião formada quanto à série. No entanto, o Joel refere audiências. E aí há factos que não podem ser negados. São números, há empresas que ganham a vida a analisar (e até mesmo a aldrabar) essas estatísticas.
Resultado: as audiências começaram bem, mas rapidamente caíram a pique, chegando mesmo a fazer crer que a série acabaria por ali. Os produtores conseguiram, ainda assim, financiamento para uma segunda temporada, investindo tudo na personagem principal.OK, nada de errado aqui. Sim, as audiências caíram a pique, especialmente do 2º para o 3º episódio, atingindo mesmo um mínimo de 3.61 milhões de espectadores no 5º episódio, depois de uma estreia com 6.35 milhões. Estava-me a referir à outra parte do texto em que fala de audiências.
As audiências, essas, continuam mal. E o melhor é os (eventuais) fãs da coisa a aproveitarem já, porque não dura de certeza.Ai o erro. Lamento desiludi-lo, mas a segunda temporada da "coisa" (your words, not mine) teve valores superiores a 6 milhões de telespectadores em todos os episódios. Auch. E diz que, devido às más audiências, a série não vai durar. Pois bem, em Agosto de 2011, uns meses antes do seu texto, a BBC confirmava a encomenda de uma terceira temporada.
Tal como disse, há empresas que dão emprego graças aos dados audiométricos. E se for aqui, poderá encontrar os Tops semanais de programas no Reino Unido. You're welcome. Por cá estamos mal habituados, eu sei. É pena.
15 de Fevereiro de 2012: Expectativas e Lembretes
E foi este o texto que me fez escrever isto. O texto que faz com que eu fique, de alguma forma, zangado com o Joel. Porque o Joel escreveu sem se informar.
Foco-me na primeira parte da crónica, aquela em que fala sobre Smash, uma das novas séries da temporada. Foi, sem dúvida, uma das mais promovidas, incluindo em Portugal.
Por um lado, é a tentativa de reprodução em Portugal daquele que, nos EUA, foi o lançamento mais bem-sucedido dos últimos anos.Tenho de o parar aí. Sim, foi o lançamento mais bem sucedido dos últimos anos... Naquele canal específico, a NBC, que está desesperadamente à procura de um êxito. Aliás, quando a sua crónica foi escrita (presumo que tenha sido no dia 14), já Smash tinha perdido quase 3.5 milhões de espectadores, face aos 11.5 milhões que viram o primeiro episódio. Neste momento, com três episódios, já perdeu mais de 5 milhões em relação à estreia.
Não sei se é boa ou má, Smash. Tampouco me entusiasma o facto de ser produzida por Spielberg, que também estava por detrás desse fracasso chamado Falling Skies.Não sabe? Veja. A malta da Time Out vê séries "antes de nós". Acho que ninguém se queixou até agora.
E desde quando é que Falling Skies é fracasso? Ou estará a confundir com Terra Nova? Vamos lá esclarecer:
- Falling Skies teve a estreia mais vista do cabo em 2011 e empatou com American Horror Story (série de Ryan Murphy que, para si, e segundo esta linha de pensamento demonstrada na sua crónica, se chama Nip/Tuck) para o título de série mais vista do cabo no ano transacto. A série foi altamente promovida em vários países, incluindo Portugal, onde algumas paragens de autocarro de Lisboa tinham "naves alienígena" estacionadas na cobertura. Isto é Falling Skies.
- Terra Nova... Foi um dos fiascos do ano, sem dúvida. Eram esperados melhores efeitos visuais, especialmente depois dos três meses extra dados. Era para ter estreado em Maio com uma exibição especial do episódio piloto, sabia? Pois. Só que foi tudo adiado para Setembro, para dar mais tempo à pós-produção para melhorar os efeitos. Que saíram fracotes, diga-se. E as audiências foram bastante instáveis. Eu apenas vi o piloto e creio que ainda vi o 3º episódio, mas críticas de um blog de confiança dizem-me que aquilo começava a ir pelo caminho de série de sábado de manhã: Histórias demasiado básicas.
Errar numa coisa destas é grave, meu caro. Mas como eu o entendo em relação a Smash. "Estou farto". Sim, Glee deu cabo disto tudo. Mas veja Smash como outra coisa! Entusiasme-se, homem! A vida não são só torneios de golfe para comentar! (a sério, comentar torneios de golfe? Se bem que pior seria comentar partidas de xadrez.)
Uma dica: Tente falar com a malta da Time Out para eles lhe ensinarem como é que pode ver as séries antes de estrearem cá. Assim formava uma opinião concreta sobre o produto e escusava de dizer "Meh, que chatice, lá vou ter eu de ver isto". É mais bonito ver antes e dizer mal (ou bem, como queira) do que não ver e já pensar mal do produto. Sim, é melhor ter expectativas baixas, mas tê-las permitindo que possam subir quando possível.
Eu leio e escrevo sobre TV norte-americana há algum tempo, e há coisas que me irritam, especialmente a falta de cuidado em relação a várias coisas (títulos, nomes de actores, audiências, etc...) que existe em Portugal. Temos a SIC a promover o remake de Os Anjos de Charlie como sendo um êxito de audiências e uma série fabulosa quando a crítica da especialidade não gostou (foi considerada das piores estreias do ano) e a própria audiência também não gostou (cancelada após 4 episódios). Se temos de ver estas coisas? Sim. Se é uma chatice? Às vezes é.
Se nos divertimos a gozar com o que vimos? Pode crer que sim.
E já agora, em relação à sua crónica de hoje: O Vítor Moura e o José Vieira Mendes até não fazem um mau trabalho, tendo em conta que é a TVI que transmite os Óscares. Aqui há uns anos tínhamos uma senhora que era uma fabulosa comentadora de vestidos no AXN. A malta não gostou. Ela foi-se embora. E ainda bem. O VM e o JVM não comentam vestidos, eles percebem minimamente de cinema, sabem quando devem estar calados (embora falhem algumas vezes) e quando devem falar.
E é das poucas noites em que consigo gostar de ver a TVI.
Um abraço, Joel. E se ainda se queixa desses quilos a mais (embora pela foto, pareça mais magro), um conselho: Sorrir exercita mais músculos na cara do que nenhuma expressão.
Tem de começar por algum lado, certo?
(Este texto foi enviado para o email de Joel Neto, cronista do grupo Controlinveste.)
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Os Marretas.
Categorias:
Cinema
Só para terem uma ideia da importância que os Marretas (e a Rua Sésamo) têm na minha vida, eu tenho um "poster" do cromo do Cocas do 2º livro da Caderneta de Cromos autografado pelo Nuno Markl e pela Patrícia Furtado.
E à falta de Jim Henson, aquilo ainda será autografado pelo Steve Whitmire. Ou pelo próprio Cocas.
Eu sou um fã mais que assumido da Rua Sésamo, dos Marretas e de muito que envolva fantoches, especialmente das criações de Jim Henson. Farscape, por exemplo. Embora ainda tenha de ganhar coragem para ver essa série.
Sintetizando: O filme é escrito por fãs, para fãs. Jason Segel pegou em tudo aquilo que se lembrava e acertou em (quase) tudo. O único problema que tenho é com as poucas falas de Pepe ou a completa alienação de Rizzo (só aparece de rajada numa cena, se é que é mesmo ele)(SPOILER). Mas não afecta assim tanto o normal seguimento do filme.
5 estrelas? 6. Quando um filme assim tão bem conseguido dá para rir e chorar, às vezes de um momento para o outro, não lhe posso dar apenas 5 estrelas. Mexe connosco, é a experiência completa de cinema.
Eles estão de volta e em grande. Vão ver, levem os vossos putos, ensinem-lhes que há coisas para além do Noddy, da Vila Moleza, do Bob e do Carteiro Paulo.
Duas notas importantes: Vão ver a versão original. A voz do Cocas na versão tuga parece-me fraquinha (bastante diferente da que eu me lembro e da americana) e têm sempre os actores de carne e osso dobrados para português, o que é algo mau. E cheguem a horas! Antes do filme há uma curta muito engraçada de Toy Story (pós-Toy Story 3) com a participação especial de Jane Lynch.
Já vi o filme, vou vê-lo outra vez ao cinema. E palpita-me que a 2ª vez não será a última.
E não, não fui pirata. Obrigado à malta do Espalha-Factos.
E à falta de Jim Henson, aquilo ainda será autografado pelo Steve Whitmire. Ou pelo próprio Cocas.
Eu sou um fã mais que assumido da Rua Sésamo, dos Marretas e de muito que envolva fantoches, especialmente das criações de Jim Henson. Farscape, por exemplo. Embora ainda tenha de ganhar coragem para ver essa série.
Sintetizando: O filme é escrito por fãs, para fãs. Jason Segel pegou em tudo aquilo que se lembrava e acertou em (quase) tudo. O único problema que tenho é com as poucas falas de Pepe ou a completa alienação de Rizzo (só aparece de rajada numa cena, se é que é mesmo ele)(SPOILER). Mas não afecta assim tanto o normal seguimento do filme.
5 estrelas? 6. Quando um filme assim tão bem conseguido dá para rir e chorar, às vezes de um momento para o outro, não lhe posso dar apenas 5 estrelas. Mexe connosco, é a experiência completa de cinema.
Eles estão de volta e em grande. Vão ver, levem os vossos putos, ensinem-lhes que há coisas para além do Noddy, da Vila Moleza, do Bob e do Carteiro Paulo.
Duas notas importantes: Vão ver a versão original. A voz do Cocas na versão tuga parece-me fraquinha (bastante diferente da que eu me lembro e da americana) e têm sempre os actores de carne e osso dobrados para português, o que é algo mau. E cheguem a horas! Antes do filme há uma curta muito engraçada de Toy Story (pós-Toy Story 3) com a participação especial de Jane Lynch.
Já vi o filme, vou vê-lo outra vez ao cinema. E palpita-me que a 2ª vez não será a última.
E não, não fui pirata. Obrigado à malta do Espalha-Factos.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Duas coisas importantes.
1ª:
Voltei a escrever para um blog de TV, ainda que seja "só desta vez". O texto está no TV Dependente e, por agora, não o vou publicar aqui. Leiam-no, especialmente se gostarem (ou se gostavam) de How I Met Your Mother.
2ª:
Actualmente uso um Nokia 3310. Tem um tempo de reacção mais rápido que muitos Androids que andam por aí. Mas tem memória curta. Por isso decidi contrariar todos os meus princípios e prostituir-me para o voto no Facebook. Um mínimo de 15 votos dão fase de pré-selecção. A partir daí... Seja o que o júri do passatempo da Fnac e a figura pública quiserem. Votem aqui. (Se quiserem dar o Like também podem dar, mas não conta para nada.)
E eu sei das definições de privacidade da aplicação. Até agora nunca me chatearam. Se chatearem, bloqueio. Simple as that.
O que é giro é que tenho a ajuda de uma colega de casa que está farta de ouvir o tijolo.
UPDATE: Os 15 já estão. Obrigado. :)
Voltei a escrever para um blog de TV, ainda que seja "só desta vez". O texto está no TV Dependente e, por agora, não o vou publicar aqui. Leiam-no, especialmente se gostarem (ou se gostavam) de How I Met Your Mother.
2ª:
Actualmente uso um Nokia 3310. Tem um tempo de reacção mais rápido que muitos Androids que andam por aí. Mas tem memória curta. Por isso decidi contrariar todos os meus princípios e prostituir-me para o voto no Facebook. Um mínimo de 15 votos dão fase de pré-selecção. A partir daí... Seja o que o júri do passatempo da Fnac e a figura pública quiserem. Votem aqui. (Se quiserem dar o Like também podem dar, mas não conta para nada.)
E eu sei das definições de privacidade da aplicação. Até agora nunca me chatearam. Se chatearem, bloqueio. Simple as that.
O que é giro é que tenho a ajuda de uma colega de casa que está farta de ouvir o tijolo.
UPDATE: Os 15 já estão. Obrigado. :)
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